
Lançando um olhar para além dos seus muros, o livro Educação e Transformação Social, representa mais uma contribuição de Mariano Fernández Enguita para a compreensão da complexidade do fenómeno Escola. O autor parte do conjunto de mudanças que têm ocorrido em grandes grupos de interesse pela origem e expansão dos processos de escolarização (Estado-Nação, Empresa, Família e Professores), para analisar o modo como essas transformações afectam as tarefas e instituições educativas. A amplitude desta abordagem reflecte, de resto, aquelas que têm sido as preocupações e intenções de investigação do autor enquanto sociólogo da educação: as funções e funcionamentos da escola, rumo a uma justiça que reconheça as diferenças de classe, género ou etnia na luta contra as desigualdades.
O livro está organizado em sete capítulos, uma introdução à edição portuguesa – da autoria de João Paraskeva –, um prólogo e um epílogo. O autor inicia com uma abordagem ampla dos processos de mudança na sociedade e termina com o caso específico das implicações de tais transformações na profissão docente. A estruturação dos capítulos descreve, assim, o percurso de um enfoque geral para um enfoque particular, sugerindo a possibilidade da sua (re) organização em quatro grandes partes.
Numa primeira parte – Capítulo I. A educação e a mudança social –, os processos de mudança são abordados em si mesmos e sugere-se a experiência humana como um indicador para “medir” o ritmo da mudança: se quase não são perceptíveis, se são perceptíveis entre gerações ou numa mesma geração.
Numa segunda parte – Capítulos II. O Trabalho na sociedade do conhecimento, Capítulo III. A cidadania na era da globalização e Capítulo IV. Família e escola. Encontros e desencontros – o autor trata, de forma mais detalhada e específica,
das mudanças que regulam o sistema educativo, nomeada e respectivamente no campo da economia, da política e da família.
Com o Capítulo V. Educação e justiça social (terceira parte), rompe com esta tendência para fazer um pequeno e importante parênteses sobre a relação entre educação e a igualdade social, ou melhor, desigualdades sociais. No Capítulo VI. As escolas, a sua organização e o seu contexto e no Capítulo VII. As transformações da profissão (quarta parte), retoma a reflexão, detendo-se sobre as implicações de todas as questões abordadas anteriormente na organização dos estabelecimentos de ensino e na classe docente.
O livro está organizado em sete capítulos, uma introdução à edição portuguesa – da autoria de João Paraskeva –, um prólogo e um epílogo. O autor inicia com uma abordagem ampla dos processos de mudança na sociedade e termina com o caso específico das implicações de tais transformações na profissão docente. A estruturação dos capítulos descreve, assim, o percurso de um enfoque geral para um enfoque particular, sugerindo a possibilidade da sua (re) organização em quatro grandes partes.
Numa primeira parte – Capítulo I. A educação e a mudança social –, os processos de mudança são abordados em si mesmos e sugere-se a experiência humana como um indicador para “medir” o ritmo da mudança: se quase não são perceptíveis, se são perceptíveis entre gerações ou numa mesma geração.
Numa segunda parte – Capítulos II. O Trabalho na sociedade do conhecimento, Capítulo III. A cidadania na era da globalização e Capítulo IV. Família e escola. Encontros e desencontros – o autor trata, de forma mais detalhada e específica,
das mudanças que regulam o sistema educativo, nomeada e respectivamente no campo da economia, da política e da família.
Com o Capítulo V. Educação e justiça social (terceira parte), rompe com esta tendência para fazer um pequeno e importante parênteses sobre a relação entre educação e a igualdade social, ou melhor, desigualdades sociais. No Capítulo VI. As escolas, a sua organização e o seu contexto e no Capítulo VII. As transformações da profissão (quarta parte), retoma a reflexão, detendo-se sobre as implicações de todas as questões abordadas anteriormente na organização dos estabelecimentos de ensino e na classe docente.