
Falar sobre o EPIC, não é assim tal fácil como poderá parecer à primeira impressão. Isso deve-se, na medida, em que nos deparámos com um filme que não estará muito longe da realidade. Não poderemos deixar de pensar na velocidade que as descobertas ocorrem e que quando aliadas a grandes grupos económicos, poderão deitar por terra empresas como a Microsoft, será isso possível?
Se ficámos perante uma atitude de velho de Restelo, nem nos apercebemos da quantidade de avanços que se operam a nossos pés, por outro lado, se efectivamente acreditamos, poderemos ser considerados uns loucos.
Na nossa perspectiva, o filme versa de forma fiel uma realidade que, eventualmente, até poderá estar ainda mais próxima do que seremos capazes de imaginar. Com o avançar dos conhecimentos, com a possibilidade de todos terem computadores, com capacidades extraordinárias, também, eles combinando diferentes tecnologias, as pessoas em geral, vão-se adaptar e sem se aperceberem estarão a ser repórteres sem vencimento.
Tal como hoje em dia acontece com o comércio tradicional e as grandes superfícies, haverá, de igual modo, uma "guerra" da informática e das comunicações. As pessoas sem darem conta, irão estar a divulgar as suas vidas pessoais, a policiar as outras, a controlar impostos e o pior de tudo é a que a privacidade será um "bem" em extinção. Pois, se por um lado, é óptimo sabermos que a via está obstruída ou se há muito trânsito, por outro não nos poderemos esquecer que as câmaras espalhadas por todos os lados serão tantas que não haverá mais lugar para o íntimo. Não nos podemos esquecer que há que formar os actores sociais para todas as vantagens e desvantagens que avançam a velocidades fantásticas.
Se ficámos perante uma atitude de velho de Restelo, nem nos apercebemos da quantidade de avanços que se operam a nossos pés, por outro lado, se efectivamente acreditamos, poderemos ser considerados uns loucos.
Na nossa perspectiva, o filme versa de forma fiel uma realidade que, eventualmente, até poderá estar ainda mais próxima do que seremos capazes de imaginar. Com o avançar dos conhecimentos, com a possibilidade de todos terem computadores, com capacidades extraordinárias, também, eles combinando diferentes tecnologias, as pessoas em geral, vão-se adaptar e sem se aperceberem estarão a ser repórteres sem vencimento.
Tal como hoje em dia acontece com o comércio tradicional e as grandes superfícies, haverá, de igual modo, uma "guerra" da informática e das comunicações. As pessoas sem darem conta, irão estar a divulgar as suas vidas pessoais, a policiar as outras, a controlar impostos e o pior de tudo é a que a privacidade será um "bem" em extinção. Pois, se por um lado, é óptimo sabermos que a via está obstruída ou se há muito trânsito, por outro não nos poderemos esquecer que as câmaras espalhadas por todos os lados serão tantas que não haverá mais lugar para o íntimo. Não nos podemos esquecer que há que formar os actores sociais para todas as vantagens e desvantagens que avançam a velocidades fantásticas.


